Como organizar o orçamento familiar com foco na prevenção?

Quem quer ter um futuro mais tranquilo para toda a família precisa se preocupar com o orçamento familiar. Fazer um bom planejamento e administrar corretamente as finanças da casa é a melhor forma de evitar problemas e garantir mais qualidade de vida.

Contudo, essa não é uma tarefa tão fácil assim. É preciso ter disciplina, comprometimento e muita organização. Continue a ler o post e veja como cuidar do orçamento da família. Boa leitura!

Por que fazer um orçamento familiar?

Antes de tudo, você já pensou para onde vai o seu dinheiro? Sabe quais são os seus gastos e as suas prioridades? Se não consegue responder a essas perguntas, é porque de fato está precisando fazer um planejamento urgente.

O controle do orçamento familiar é fundamental para analisar as finanças de casa, entender como o dinheiro está sendo empregado e ver onde é possível cortar gastos. Por sinal, é comum gastar com coisas supérfluas sem perceber, mas elas são as principais responsáveis pelas perdas financeiras do lar.

O orçamento familiar fornece as informações necessárias para que as contas sejam melhor organizadas, de forma que se faça um planejamento mais eficaz. Com ele, é possível cortar gastos, fugir das dívidas e realocar investimentos para o futuro. Assim, dá tanto para realizar novos planos, como uma viagem, ou se prevenir de algum problema.

Como controlar o orçamento em casa?

O controle do orçamento pode ser feito de diferentes formas, de acordo com a usabilidade de cada um. A forma mais tradicional é fazer uma planilha em papel e anotar todo o dinheiro que entra e o que sai. É importante colocar qualquer tipo de renda, inclusive os rendimentos, e todos os gastos, mesmo que seja uma saquinho de pipoca na esquina de casa.

Isso também pode ser feito nas planilhas em um computador, nas quais podem ser inseridas fórmulas um pouco mais complexas que já fazem o cálculo automático. Para facilitar ainda mais, existem alguns aplicativos de gestão financeira em que os gastos podem ser inseridos em tempo real.

Os registros podem ser divididos em categorias, como o que é gasto com moradia, alimentação, manutenção da casa, escola, transporte, vestuário etc. O melhor é que tudo seja bem detalhado, mas de uma forma que seja prática de preencher.

Depois de um tempo, você vai conseguir visualizar como anda a situação financeira da sua família. Alguns especialistas indicam o uso da regra de 50 + 15 + 35, que significa:

  • 50% do orçamento aplicado em gastos essenciais (moradia, alimentação, saúde, roupas etc.);
  • 15% em finanças, seja para quitar alguma dívida ou fazer uma reserva;
  • 35% em estilo de vida, que inclui lazer, viagens, academia e tudo mais que torne a sua vida mais agradável.

Esses números são uma maneira de perceber o quanto o seu orçamento está, de fato, sendo usado para dar mais conforto e segurança na vida da sua família. Se os seus resultados não estão em uma proporção próxima disso, pode ser que haja a necessidade de rever o orçamento.

Como prevenir problemas no futuro?

Uma parte difícil de ser mensurada no orçamento sao os imprevistos com saúde, morte de alguém da família e acidentes que podem abalar não só as finanças, como toda a estrutura familiar. Para um bom planejamento, é essencial que todas as formas de se prevenir problemas no futuro estejam inclusos no orçamento. A seguir, apresentamos algumas delas.

Fundos de reserva

Poupança, CDB, ações e fundos de investimento são algumas formas de guardar dinheiro para emergências. Cada um possui características que podem ser mais atraentes para diversas necessidades. É bom consultar o seu banco para saber qual pode ser mais interessante para o seu caso.

De qualquer forma, os investimentos devem consumir os 15% e devem ser retidos todos os meses, mesmo naqueles em que se gastou um pouco mais com coisas essenciais (como o pagamento de um imposto ou a compra de material escolar). Ou seja, qualquer imprevisto mensal deve ser retirado dos 35% e não da verba usada para investir.

Plano de saúde

plano de saúde familiar precisa ser incluído nos gastos essenciais, por motivos óbvios. A saúde deve ser uma das prioridades no orçamento, junto com moradia e alimentação. Eles são a melhor maneira de se garantir o atendimento para toda a família em caso de emergência ou para manter uma rotina de prevenção.

Seguro de vida

O seguro de vida pode ser entendido tanto como um gasto essencial quanto de investimento. O ideal é incluir toda a família, pois todos estão sujeitos às emergências inclusas no plano. Ao contrário do que muitos pensam, ele não é acionado apenas quando alguém morre.

Mas, pode ser usado também na ocorrência de um acidente, uma doença grave, entre outros imprevistos. Outras modalidades, como o anti-incêndio e o antirroubo também oferecem mais segurança para os familiares.

Plano funerário

O plano funerário é outra forma de se precaver de um acontecimento que é inevitável na vida de todos. Seja como gasto essencial ou um investimento, ele pode ajudar bastante a família a preparar o funeral e resolver toda a burocracia quando alguém morre.

Por que contratar um plano funerário?

Por um valor muito baixo pago por mês, um plano de assistência funerária cobre todas as necessidades de um funeral, desde a documentação para a liberação do corpo até a decoração, o caixão e o sepultamento ou cremação.

Contratar esse tipo de serviço garante que a família não tenha de se preocupar com esses detalhes em um momento tão difícil, como a perda de um parente. Além disso, ajuda a preparar o orçamento familiar, uma vez que pode sair muito caro pagar um funeral quando a pessoa morre.

Viu como é importante fazer um orçamento familiar para prevenir imprevistos? Nessa hora, é bom contar com empresas sérias, com experiência e credibilidade no mercado para cuidar dos seus investimentos e contratar serviços como o plano de saúde e o de assistência funerária. Afinal, é a sua família que está em jogo.

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