Meu cachorro morreu e agora? Veja como superar a perda de um animal de estimação

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Para muita gente, os cães são como membros da família, além de grandes amigos. Desse modo, o carinho, o cuidado e o amor com esses animais acabam sendo parte da vida de quem tanto se dedica aos seus bichos de estimação.

O lado mais difícil dessa relação é superar a morte do animal. Por isso, é comum que algumas pessoas fiquem muito tristes e sofram demais com a situação. É nessas horas que você pensa “meu cachorro morreu, como lidar”? Não se preocupe, é um sentimento normal.

Foi pensando nisso que elaboramos este artigo. Nele, vamos dar algumas dicas práticas sobre como enfrentar o luto e recomeçar, após a despedida do seu cãozinho. Ficou curioso? Então, continue a leitura!

Viva e respeite o seu luto

Ao longo dos anos, um ser humano e um cachorro podem construir uma bela relação de amizade. Afinal, não é a toa que esse animal é considerado o mais fiel entre os bichos de estimação.

É extremamente compreensível que a morte seja algo tão significativo para o dono. Isso porque o sentimento dispensado ao amigo de quatro patas se compara a qualquer tipo de relação humana. Sendo assim, merece e deve ser respeitado.

Recomenda-se ignorar certos modelos sociais. O que significa dizer que não é proibido chorar pelo falecimento de um cão, gato ou qualquer outro tipo de animal doméstico. Permita-se chorar esta ausência.

Assim, quando for o momento viva e respeite a sua história. Entenda o processo da perda como algo individual e único. Lamente, expresse as emoções, converse e, se for preciso, divida com alguém a sua dor. Com certeza, isso vai lhe ajudar a enfrentar as dificuldades.

Guarde lembranças do pet

Preservar as lembranças também é uma maneira de vencer e conviver com a saudade. Dessa forma, vale lembrar que as fotos, os acessórios e todos os momentos compartilhados são parte da construção de uma vida. São elementos que compõem o lado material das convivências afetivas.

É importante guardar as recordações e utilizá-las para amenizar a tristeza. Essa é uma forma amorosa de honrar o significado daqueles que tiveram um papel tão importante e afetuoso no seu cotidiano.

Não se trata de insistir em viver do passado, mas sim de acreditar que relembrar os dias felizes podem ser um bom remédio para curar qualquer desânimo. Imagine uma maneira de revisitar cada instante e transforme numa realidade saudável.

Faça um ritual de despedida

Quem disse que não é permitido realizar um funeral para o seu cãozinho? Claro que é possível e justamente aceitável! Inclusive, isso pode ser uma alternativa para lhe ajudar a vivenciar todo o processo de luto.

Cientificamente, não há uma diferença entre os padrões de enfrentamento da morte de um animal para a de um ser humano. Contudo, é necessário esclarecer que cada pessoa pode reagir de maneira diferente nestas situações.

Por esse motivo, se você achar necessário fazer uma cerimônia de despedida, não hesite. Organize-se para que o ritual aconteça do seu jeito e que respeite a memória do seu pet.

O funeral é um ato ligado à separação causada pelo óbito e vai contribuir para a assimilação do fim de uma existência e o início de outra realidade. Hoje em dia, há serviços especializados que podem atender a sua necessidade. Realize uma pesquisa minuciosa e que leve em conta as suas expectativas.

Adote outro animal

Normalmente, existe a possibilidade de que o sentimento de perda possa gerar algum tipo de receio em relação ao apego a um novo bicho de estimação. Entretanto, se dedicar a outro animal pode ser uma grande chance de recomeçar e de viver novas experiências.

O receio de mais uma despedida é determinante nesta decisão. Contudo, precisamos levar em consideração que a vida é um ciclo e alguns fatos são inerentes à ordem natural das coisas.

Enquanto alguém decide não se envolver ou se apegar novamente, muitos animais acabam sofrendo com maus tratos ou o abandono. Eles ficam nas ruas ou em lugares insalubres e só precisam de um lar ou de quem esteja disposto a oferecer carinho.

A adoção é um ato de amor e uma ação que vai favorecer a todos os envolvidos. Por essa razão, vale a pena pensar bem sobre o assunto. Caso se interesse, procure ONGs ou ativistas que trabalhem na área, descubra como fazer para participar dos movimentos.

Procure apoio psicológico

Quando o luto ultrapassa a linha da normalidade, é hora de buscar ajuda profissional. Embora pareça incomum, já existem clínicas veterinárias especializadas no tema. Por isso, se perceber que o seu sentimento de perda está ultrapassando os limites, não pense duas vezes antes de tentar encontrar um suporte psicológico.

Antes disso, entenda que é normal os sintomas de negação ou rejeição do fato. Bem como, a culpa e a dificuldade de reagir positivamente. De acordo com especialistas, esses indícios podem durar dias, meses ou até mesmo anos, mas não devem ser confundidos com uma depressão — que é algo grave e precisa de uma atenção mais rigorosa.

Vale lembrar que a família também tem um papel fundamental. Lembre-se de estar perto dos amigos e parentes, eles vão fazer a diferença até que você se reorganize e volte a pensar em novas atividades ou projetos. Porém, faça tudo no seu tempo, sem se submeter às pressões do dia a dia.

Responda à pergunta: meu cachorro morreu, e agora?

Como podemos ver, a resposta para essa pergunta é: seguir em frente. É claro que as lembranças ficam, assim como o sentimento. E isso está longe de ser ruim! Então, cuide de guardar esses momentos com carinho na memória.

E então, o que achou do nosso artigo sobre como superar a perda de um animal de estimação? Esperamos que tenhamos lhe ajudado com as dicas apresentadas neste conteúdo.

Todavia, apesar das sugestões, nós sabemos o quanto é difícil aceitar a morte, principalmente do pet que era considerado membro da família. Esse vai ser um desafio diário que exige força de vontade e muita dedicação. Portanto, não demore a pôr em prática a renovação da sua felicidade!

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